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O que você acha de aproveitar esses dias gelados de inverno para acordar bem cedo, ir à praia ou piscina e ficar ali o dia todo? Não? Melhor ficar em casa debaixo do cobertor? Então, por isso mesmo que o inverno é a melhor época para alguns procedimentos de rejuvenescimento, aqueles em que a pele deve ficar protegida do sol enquanto se recupera. No inverno, praia e piscina são bem menos tentadoras, os ambientes internos ficam mais agradáveis do que os externos e o sol é mais fraco.

O peeling químico é um desses procedimentos, ideais para o inverno. Neste tratamento, camadas superficiais da pele são removidas por um composto de substâncias químicas e a pele fica vulnerável. Por isso, o cuidado pós- procedimento é fundamental, variando conforme o tipo de peeling escolhido. E o uso de protetor solar é sempre necessário.

Existem desde peelings suaves, chamados de superficiais, até peelings bastante agressivos, os profundos. Se a profundidade do peeling for maior, os resultados também serão maiores, mas multiplicam-se os cuidados e incômodos do pós-tratamento. Vamos falar um pouco mais de cada um deles.

Peeling superficial

Suaviza manchas escuras como melasma, manchas solares ou manchas causadas por espinhas. Melhora ainda a textura e o viço da pele. Por ser superficial, são necessárias várias sessões, de 3 a 5, com intervalos de 2 semanas em média. A vantagem deste tipo de peeling é a recuperação simples. A vermelhidão e a descamação que se seguem não são tão intensas quanto no peeling médio ou profundo, e não é preciso se afastar das atividades do dia a dia na fase de recuperação. Em menos de uma semana a pele já estará boa.

Peeling médio

Sua penetração é maior, o que o torna mais efetivo que o superficial. Clareia manchas causadas pelo sol e suaviza rugas. O peeling médio é usado para melhorar pele de rosto, mãos e braços. Justamente por ter maior penetração, a agressão é maior, causando maior incômodo após a aplicação. A pele fica avermelhada por um ou dois dias, quando então formam-se crostas escuras seguidas de descamação intensa. Por alguns dias a aparência não é das melhores. A proteção solar durante a recuperação deve ser mais rigorosa. Dependendo do resultado, é possível repetir a aplicação, dessa vez com intervalo mensal ou maior.

Peeling profundo

É o mais radical, indicado para rosto muito envelhecido e muito marcado por rugas. Mesmo sendo profundo, dá para escolher o grau de profundidade variando a dosagem do composto químico aplicado. Em qualquer dessas escolhas a agressão é grande e o tratamento é doloroso, geralmente feito sob sedação e em centro cirúrgico. Durante a recuperação, é preciso ficar em casa por duas semanas ou mais. Os cuidados no pós- peeling são ainda mais rigorosos que os anteriores, incluindo curativos e cremes emolientes ou cicatrizantes. O resultado, por outro lado, é uma melhora muito grande da pele, tanto para manchas quanto para rugas.

FONTE: Revista Veja.